If you could blow up the world with the flick of a switch
Would you do it?
If you could make everybody poor just so you could be rich
Would you do it?
If you could watch everybody work while you just lay on your back
Would you do it?
If you could take all the love without giving any back
Would you do it?
Esse é mais um daqueles posts que caem no vácuo ambíguo entre meus dois blogs. Mas vamos separar o joio do trigo - se não é sobre Historiografia, fica por aqui mesmo. Começando logo de cara com a provocação da música: Você faria algum dos itens da lista acima?
Então vejamos a segunda parte da música:
If you could make your own money and then give it to everybody,
Would you do it?
If you knew all the answers and could give to the masses
Dia raro com 2 posts, leitura e musiquinha agradável.
Aproveitei para atualizar a lista de blogs aí do lado e mexer no layout do Historiografando. Não que eu tenha ficado muito satisfeita, mas não consegui nada melhor.
Então, um doce pra quem conseguir advinhar qual(ais) música(s) saíram dessa aí.
Eu tinha escrito um post enorme continuando a história da Adele, mas nada como a regra das 3 horas - Que no caso virou regra dos 3 dias - O post, tadinho, perdeu a importância e eu perdi completamente o saco.
É Carnaval! É Carnaval...
Domingo de Carnaval e já estou cansada.
Isso não é reflexo da idade, nem algo inédito. Sempre tive uma relação meio dúbia com o evento.
Quando criança, me levavam para bailinhos comportados e viagens em família. Pré-adolescente as viagens para lugares tranquilos onde o grande evento era o desfile local de 2 escolas não despertavam grandes expectativas de ir atrás de nenhum trio elétrico nem de nenhuma mangueira. Na adolescência a arrogância pseudo-intelectual (ah, como sou inteligente...) me levava a desprezar o carnaval como expressão cultural popular. Bom era rock, o resto é samba e axé... Eca!
Final da adolescência e início da fase adulta - os vinte e poucos anos: A Bebada e Equilibrista. Viagem, bloco, desfile, festa alternativa, o que aparecesse e tivesse cerveja, lá estava eu. Ainda que não tão baladeira, já que a preguiça vinha de fábrica.
Carteiro Jaiminho definiu meu caráter.
Mas então, não tão de repente, 30. Era pra ter viajado. Ainda não sei se vou. Era pra ter saído em blocos. Ainda não sei se vou.
Por enquanto só uma versão lounge dos carnavais anteriores - Show de Hard Rock e jantar na casa de amigos. Se puder vou manter exatamente o esquema. Coisinhas lights, por que depois que a gente cresce descobre que não precisa fazer nada, mesmo podendo fazer tudo. Ao mesmo tempo que bate um desespero de não ter feito e visto tudo, dá uma sensação de que já fiz e vi tudo.
Não que eu me sinta velha. Pelo contrário. Talvez por nunca ter enfiado o pé completamente na jaca (pelo menos não como estilo de vida) sinto que ainda posso aproveitar mesmo não forçando a barra. Só não quero ir de um extremo ao outro - em um ano estou caída na calçada e no ano seguinte levando as crianças com marido no bailinho... Lógica binária não combina comigo.
No fundo acho que amadurecer (ou envelhecer, o que vier primeiro) é isso: ter a liberdade de escolher o que fazer, na hora que me der na telha, sem precisar ir de um extremo a outro. E minha relação com Carnaval é bem assim: quando tenho saco eu saio. Se não tiver, fico em casa.
Só às vezes tenho a impressão que a maioria das pessoas enxerga só as duas possibilidades - ou você faz tudo ou não faz nada. Ou gosta ou odeia. Triste isso.
Talvez também seja preguiça. Tenho tanta vontade de sair quanto de ficar
em casa lendo, afinal Carnaval não precisa e não é a única janela de
oportunidade do ano, certo?
Meu plano inicial era fugir pra São Paulo esse ano. Um bloco ou outro aqui e sampa. Não rolou. Mas rolou um ensaio de Carnaval alternativo e programa clean. O resto eu vou decidindo conforme o barco andar.
Enfim, a música de hoje é uma homenagem ao jantar de ontem. O camarão tava uma delícia. Comi tanto que estou me sentindo criminosa mesmo... Além de ser um dos (não muitos) sambas que eu gosto.
Post bem bobo hoje - Eu ouvi Adele pela primeira vez.
Quando digo primeira vez, estou falando de parar e ouvir uma música até o final. Minha intenção era ouvir o disco todo, mas os fãs dela que me perdoem, não deu.
Nada demais- a música é boa e ela realmente tem um vozeirão, mas o que me incomodou foram as 109783897398 mil sugestões de "nossa, Zá, vc tem que ouvir isso! É-A-S-U-A-C-A-R-A!"
Sério? ¬¬
Então gordas só podem ouvir gordas? E só por que uma gorda canta música de dor de cotovelo todas as outras gordas do mundo automaticamente tem dor de cotovelo?